[Eu vi!] Crítica do filme A lenda do Tarzan


 

Ficha técnica:

Título original: The Legend of Tarzan

Direção: David Yates

Elenco: Alexander Skarsgârd, como Tarzan; Margot Robbie, como Jane; Christoph Waltz, como Capitão Leon Rom; Samuel L. Jackson, como George Washington Williams; Djimon Hounsou, como o Chefe Mbonga; Anthony Chisholm, como homem da aldeia dos Kuba; Lasco Atkins, como um mercenário; Jim Broadbent, como o Primeiro-Ministro; Casper Krump, como o Capitão Kerchover; Ella Purnell, como Jane ainda jovem; Rory J. Saper, como Tarzan jovem. Há outros, com importância secundária.

Roteiristas: Stuart Beattie, Craig Brewer, John Collee

Produção: Alan Riche, Jerry Weintraub, David Yates

Trilha sonora: compositor Rupert Gregson-Williams

Estúdios:   Warner Bros

Gênero: aventura, ação

Lançamento: 21 de julho de 2016

Sinopse: Passaram-se anos desde que o homem conhecido como Tarzan (Skarsgârd) deixou as selvas da África para trás para levar uma vida burguesa como John Clayton III, Lorde Greystoke, com sua amada esposa Jane (Robbie) ao seu lado. Agora, ele é convidado a voltar ao Congo para servir como um adido comercial do Parlamento, sem saber que na verdade ele é uma peça usada em uma ação de ganância e vingança, organizada pelo belga Capitão Leon Rom (Waltz). Porém, as pessoas por trás dessa trama assassina não fazem ideia do que estão prestes a desencadear.

George Washington Williams, diplomata americano, convence John Clayton III, nosso Tarzan, a voltar para a selva e investigar o tráfico de escravos no Congo Belga. Jane acha maravilhoso o retorno, já que se sente saudades do lugar em que foi criada e que considera como sua casa. Ela quer rever os amigos da tribo Kuba. Quem está por trás de tudo é o vilão Rom, porém Williams não sabe e age de boa fé. Rom faz um acordo com o Chefe Mbonga: ele entregará Tarzan em troca de diamantes. Assim, pensa em agradar ao Rei Leopoldo II e conseguir o mando do território. O Chefe Mbonga, por sua vez, quer se vingar de Tarzan pela morte de seu filho. No passado, nosso herói matou o filho de Mbonga porque anteriormente ele havia assassinado a “mãe-gorila” de Tarzan.

Confesso…Quando fui assistir, pensei que seria apenas mais um filme sobre o Tarzan, depois de tantos já vistos. Pensei: caraaaaca! Ninguém aguenta mais filmes sobre o Tarzan e sobre Mogli! Ahahahah! Pois é…Me quebrei. Achei o melhor filme lançado até hoje sobre o homem-macaco. Ele diverte, encanta, faz a gente sair cantarolando do cinema. Não é o melhor filme do mundo, mas dá para o gasto. Ponta solta: Tarzan não quer voltar para a África e o filme não explica o motivo de sua recusa, já que tinha boas lembranças da selva.

Excelente a atuação de Margot Robbie, atriz versátil, interessante. Ela aparecerá totalmente diferente no Esquadrão Suicida, a ser lançado hoje, 04/08. Não esqueça de dar uma espiada e comparar a performance da atriz nas duas películas. Samuel L. Jackson esteve bem. Personagem engraçado, com boas tiradas. Embora o ator tenha sido subaproveitado, gostei de sua atuação. Djimon Hounsou estava divino, atuação pequena e impecável. Cheguei a estremecer na poltrona do cinema quando ele apareceu. Tremi de medo! E, claro, Christoph Waltz, duas vezes oscarizado, esteve como sempre: magnífico.

E Skarsgârd? Achei muito convincente no papel. Tudo de bom. E, benzadeus! Que saúde! Ô lá em casa…

 

Digna de nota é a cena em que Tarzan precisa lutar com seu irmão-macaco, como bom macho alpha. Dei dez para os caras dos efeitos especiais!

A fotografia é uma história a parte. A paisagem é deslumbrante e, até hoje, estou na dúvida se era real ou criada em estúdio. Alguém sabe dizer?

Ah…Beijos e  me liguem!

 

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