[A boa do dia] Gafe? Tô dentro! 1


Ai, ai, ai, ai…Sou a rainha das gafes e das “só não foram gafe por milagre”, sabe como é? Sabe quando vai saindo a  porcaria de sua boca mas, no último instante, você consegue fazer seus dois neurônios pegarem no tranco e inibirem o comportamento desastrado? Pois é…Eu sou daquelas que manda e-mail sem remetente e todo mundo que recebe deixa de ler achando que é vírus; que posta algo importante no Facebook mas põe de forma privada. Aí fica frustrada porque ninguém comentou; que diz para a senhora sentada no banco da praça que seu filho está chamando, enquanto o filho não é filho e sim marido…Ah, pois é. Sentiu né?
Cumprimentar pessoas por uma suposta gestação enquanto na verdade estão acima do peso?  Sou craque! Só dá eu. Outro dia eu estava na fila do banco (as melhores histórias acontecem na fila do banco. Interessante isso. Um dia ainda faço um estudo sobre a importância da fila do banco na constituição dos sujeitos 🙂 ) e uma moça, em minha frente, tentava segurar documentos, carteira, guarda-chuva e outras coisas mais, sem sucesso. Cada vez que algo caía  a moça gemia para se abaixar.  Numa dessas não me aguentei:
– Deixa que eu junto pra você! Com esse barrigão fica difícil né? Eu também sofri assim em minha última gestação. Fiquei enorme…
Silêncio total! O mais absoluto silêncio fez-se ao meu redor. Pessoas me encararam vermelhas, constrangidas. Outras viraram o rosto para rir. E eu lá, inocente, tentando ajudar…A moça agarrou tudo que eu tinha nas mãos, sorriu amarelo e disse:
– Não tô grávida!
E me deu as costas. Sabe aquele “não tô grávida” baixinho, sufocado na garganta? Foi assim. A moça saiu triste. Eu não queria ofender, obviamente. Pelo contrário, queria ajudar. A barriga da menina estava bem redondinha, rígida. Achei que era um nenê que ela carregava. Não era…A única coisa que eu podia fazer naquela hora era fingir que nada tinha acontecido.Virei para o lado, puxei o telefone e emendei uma conversa com um interlocutor imaginário, usando essa cara de pau que Deus me deu… Que mais poderia fazer? Sair correndo? O que você faria? Me manda uma mensagem contando? As melhores respostas serão publicadas aqui no site.
Já fiz de tudo nessa vida: tive ataque de riso em velório (a velhinha, mulher do “de cujus”, perdeu as calcinhas! Não aguentei! Acho que era de nervoso…), esqueci aniversário de amigo e cheguei para o almoço sem avisar no dia seguinte, mandei o marido de uma senhora a pqp no trânsito, claro que sem saber que era o marido daquela senhora que estava comigo no carro…Xinguei tanto o homem, mas tanto que a senhora acabou dizendo:
-Isso, fala tudo que tu queres! Faz por mim já que eu não posso!
Daí a senhora voltou-se para a janela e emendou:
-E vai te a merrrrda homem!
Ui…
Tem alguma gafe cheia de glamour 🙂 para dividir com a gente? Conta aí!
Beijos e me liga.

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