[Eu vi] Crítica do filme Mulher Maravilha 1


 

 

Ficha técnica:

Título original: Wonder Woman

Direção: Patty Jenkins

Elenco: Gal Gadot, como Diana Prince/Mulher-Maravilha; Chris Pine, como Steve Trevor; Connie Nielsen, como Hipólita; Robin Wright, como Antíope; Danny Huston, como Ludendorff; David Thewlis, como Sir Patrick; Elena Anaya, como Dra. Maru; Ewen Bremner, como Charlie; Saïd Taghmaoui, como Sameer; e outros

Roteiristas: Allan Heinberg

Produção: Debora Snyder e outros

Trilha sonora: compositor Rupert Gregson-Williams

Estúdios:   Warner Bros

Gênero: Ação, aventura

Lançamento: 01 de junho de 2017

Sinopse: “Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.”

Posso te dizer? Uaaaaaaaaaaau!!!! Se eu fosse livre, casava com essa mulher! 🙂 Gal Gadot, a atriz israelense que está sendo boicotada por países como o Líbano e Argélia, deu show. Azar desses caras hipócritas, terroristas de carteirinha, abusadores de mulheres. Estão misturando as coisas. Em razão de suas dificuldades com judeus, e com toda a civilização ocidental, acham que estão fazendo grande coisa com essa proibição. Desta vez foi com um filme singelo, feito apenas para divertir, sem a pretensão de ter alguma conotação moral, político-ideológica. É um filme para recreação, produção americana, atriz israelense. Amanhã será com uma atriz britânica e produção francesa, depois de amanhã sabe-se lá. Radicalismo é uma droga estúpida. O cara teima em tomar a coisa em doses cada vez maiores, prejudicando a si e aos outros, mas não deixa de usar. Acaba morrendo de overdose – ou matando outros – em razão de sua própria estupidez. Dá para entender a analogia? E quem perde senão o povo desses países, mantidos “sob vara curta”, impedidos de terem acesso à cultura? Se é ocidental – ou israelense – então não presta. Mas, deixa estar. Vamos voltar para o filme?

Simplesmente amei. Gal Gadot está perfeita no papel. Vou te dizer: ela incorporou de tal jeito a personagem que não consigo imaginá-la fazendo outra coisa. Parece que ela nasceu Mulher-Maravilha! Uma personagem como essa exige domínio corporal, porque os gestos precisam ser perfeitos, precisos. E foram! O que era aquilo, minha gente? Gal Gadot arrastando-se no chão, de joelhos, para derrubar os inimigos com as pernas, defendendo-se com o escudo ou usando o laço dourado, simplesmente divou!

O filme começa no presente e retorna ao passado para conhecermos a história da Mulher Maravilha. Diana Prince recebe, no trabalho, uma maleta de um personagem desconhecido, que só será revelado no final do filme. Na maleta há uma foto, tirada no passado, em que vemos a Mulher Maravilha rodeada por mais quatro homens. Diana passa, então, a lembrar os fatos que levaram até aquela foto, e os que ocorreram posteriormente a ela, narrando-nos sua história.

Diana Prince era a única criança que vivia em Temiscira, uma ilha onde só existiam mulheres, e amazonas. Eram mulheres lindas, guerreiras, que viviam em paz mas treinavam para uma futura guerra, que poderia ou não chegar. Essas mulheres sentiam que precisavam estar preparadas para se defenderem de algum vilão importante, que conheceremos mais adiante na trama.

A menina estava louca para treinar com as outras guerreiras, porém sua mãe Hipólita não permitia, sempre temendo pelo bem-estar da menina. Há um segredo que Hipólita esconde de Diana. Supostamente o treinamento, e suas implicações, poderiam acabar revelando-o. Não vou te contar que segredo é esse. Estou louca para sair dando spoiler, mas vou me conter. 🙂 Claaaaro que Diana era teimosa e conseguiu dobrar sua mãe. Hipólita fez com que fosse exigida dez vezes mais do que as outras guerreiras nos treinos, porque lhe seria útil no futuro.

Em um belo dia, sol a pino, coisa e tal, Diana está de bobeira em um penhasco, admirando a paisagem, quando vê um avião caindo no mar. Ela salta para salvar o piloto, preso à fuselagem. É Steve Trevor, espião das forças armadas britânicas no front alemão. Atrás dele aparecem soldados alemães, que invadem a ilha e começam uma matança, já que possuem armas de fogo e as amazonas apenas arco e flecha.

 

Já leu a crítica do filme Dois caras legais? Então clique aqui.

 

Ei, espera aí! Eu disse APENAS???? Elas eram guerreiras, puxa vida! Em razão do treinamento de tantos anos, elas saltaram, gritaram, xingaram a mãe dos caras, acertaram flechas, pontapés e socos, tudo na maior classe. 🙂 E mataram todos os inimigos, preservando a vida de Steve, protegido por Diana. Steve revela, então, que o mundo em que ele vive está em guerra e há muito sofrimento, muita dor. Ele quer voltar para tentar fazer algo, para tentar ajudar a estancar as mortes de tanta gente inocente. Diana vai com ele para Londres e…muitas situações hilárias irão acontecer.

O filme é cômico, também tem cenas românticas – muito de passagem, é verdade – mas o mais bacana são as cenas de ação, a descoberta do grande vilão, os efeitos especiais usados para demonstrar os poderes da Mulher Maravilha e do grande inimigo das Amazonas – e do mundo inteiro.

Não curti muito os vilões. Sim, há vilões e vilõezinhos. Achei-os sem graça, sem força, meio chatos. Confesso que ter assistido o filme, dublado, colaborou para isso. Ok, ok, mea culpa. Fiz isso. Estava com minha filha menor, que ainda não tem toda essa fluência na leitura. A guria é endoidecida por cinema. Não podia deixá-la de fora desse programa, né? Curti saber quem era o vilão maior, mas não as cenas do personagem “comum” incorporando-o. Amei muito as caras e bocas da Mulher-Maravilha. Achei que a atriz estava completamente incorporada, como se o personagem fosse uma entidade espiritual. Ao contrário, não achei que o ator do vilão (não vou estragar a surpresa dizendo quem é) conseguiu fazer o mesmo. Fiquei presa  à imagem de outro personagem que esse ator interpretou , então só enxergava o cara como bonzinho, não como vilão. Coisas de Clau, não ligue.

Talvez, também por ter assistido o filme dublado, não achei o “mocinho” da trama tããão incrível assim. É bonito, sem dúvida, mas não gamei. Teve cenas engraçadas, pero no mucho. Teve cenas quentes, mas também não fez com que eu me abanasse. 🙂 Enfim, bom, mas não boooom.

E a música-tema da personagem? Vi algumas pessoas na saída do cinema comentando sobre ela. E eu pensei: oi? Ã? Concentrada na ação, não percebi a música. Pode???

No geral, amei o filme.Saí empolgada pelo próximo. Adorei o final, que introduz outro super-herói na trama. Certamente ele aparecerá em algum próximo filme da DC Comics. Já apareceu antes e deve aparecer novamente, em breve.

 Beijos e me liga!

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